O encontro está marcado para as 16h desta quinta-feira (12), na sala da Presidência do STF. Durante a reunião, Fachin deverá dar ciência aos colegas sobre o conteúdo do material encaminhado pela PF e sobre a defesa apresentada por Toffoli.
Na última segunda-feira (9), a Polícia Federal informou ao presidente do Supremo que identificou uma menção ao nome de Toffoli em uma mensagem encontrada no celular do banqueiro Daniel Vorcaro. O aparelho foi apreendido durante operação de busca e apreensão. O teor da mensagem está sob segredo de Justiça.
Após ser comunicado, Fachin instaurou um procedimento interno e determinou a notificação de Toffoli para que apresentasse esclarecimentos. Caberá ao presidente do STF decidir se o ministro permanecerá como relator das investigações relacionadas ao Banco Master. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, também foi notificado a respeito do relatório da PF.
No mês passado, Toffoli passou a ser alvo de críticas por permanecer na relatoria do caso após reportagens indicarem que a Polícia Federal teria encontrado irregularidades em um fundo de investimento ligado ao Banco Master.
Segundo as informações divulgadas, o fundo adquiriu participação no resort Tayayá, no Paraná, empreendimento que pertence a familiares do ministro.
Em nota, Toffoli confirmou ser um dos sócios do resort e afirmou que não recebeu qualquer valor do banqueiro Daniel Vorcaro. Com informações da Agência Brasil.

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